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Um dia quando estava em uma feroz perseguição, Deus falou comigo: “Você é alvo primordial de destruição para Satanás, MAS você é Meu alvo primordial de proteção.” Paz profunda inundou minha alma. “Não morrerei; mas vivo ficarei para anunciar os feitos do Senhor” (Salmo 118:17). Isso é verdade para todo filho de Deus. Bênçãos, ANDERSON SANTOS

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A Declaração

Uma Declaração Surpreendente Jesus fez uma declaração chocante em João 16:7 (AA): “Todavia, digovos a verdade…”. Antes de continuar com essa passagem, permita-me separar um

momento para fazer uma ilustração para você. Aqui Jesus está falando com Seus discípulos. Ele esteve com aqueles homens por mais de três anos. Tudo que Ele já havia dito tinha acontecido. Ele disse: “Vento, aquiete-se”, e o vento se aquietou. Ele disse: “vocês encontrarão uma

jumenta amarrada” e de fato eles encontraram a jumenta. Ele sabia que havia um traidor em sua equipe antes mesmo de o traidor se manifestar. Ele ordenou a uma figueira que secasse, e ela ficou murcha dentro de vinte e quatro horas. Tudo o que Jesus disse havia acontecido, e ainda assim Ele teve que introduzir sua declaração com “Todavia, digo-vos a verdade”. Basicamente, o que Jesus estava prestes a dizer iria chocar Seus discípulos, então Ele teve que assegurar que eles sabiam que Ele estava dizendo a verdade.

Então o que Jesus continua a dizer? “Todavia, digo-vos a verdade,

convém-vos que Eu vá; porque, se Eu não for o Ajudador [parakletos] não virá a vós; mas, quando Eu for, vo-Lo enviarei” (Jo 16:7, AA). A Nova Versão Internacional diz: “É para o bem de vocês que Eu vou”. Coloque-se no lugar dos discípulos. Seu líder, quem você sabe que

é o Filho de Deus, acaba de dizer que Ele precisa deixar você – e que a partida Dele é para o seu bem. Isso soaria absurdo para mim. Se Ele é Deus, não nos faria muito mais bem que Ele ficasse? Tenho certeza de que os discípulos estavam pensando a mesma coisa. Por essa exata razão, Jesus introduziu Sua declaração com “Digo-vos a verdade”. Então, por que era melhor para os discípulos e as futuras gerações

de crentes – incluindo eu e você – que Jesus partisse? Considere o seguinte. Se Jesus nunca tivesse deixado a Terra, então o Espírito Santo nunca teria vindo estar ao nosso lado. Se eu quisesse receber algo de Jesus, eu teria que viajar milhares de quilômetros só para vê-Lo. Minha jornada provavelmente começaria com um voo para Tel Aviv (que seria o aeroporto mais movimentado do mundo). Depois eu precisaria alugar um carro, dirigir até a Galileia, e torcer para achar algum tipo de hospedagem decente (os hotéis estariam completamente ocupados). Depois, eu teria que achar Jesus. Isso não seria difícil porque milhões de pessoas estariam esperando para falar com Ele. Após achá-Lo, eu teria que enfrentar o mais complexo sistema de filas já conhecido pela humanidade, pois todo mundo iria querer fazer uma pergunta a Jesus ou Lhe fazer um pedido. Como a fila seria muito longa, meu tempo com Jesus provavelmente

seria limitado a um máximo de sessenta segundos, então eu certamente precisaria ter minhas perguntas e meus pedidos prontos. E considere também que Ele precisaria dormir e comer, então teria talvez catorze horas por dia para atender às massas. Com esse ritmo, Jesus seria capaz de receber 840 pessoas por dia se passasse 60 segundos com cada pessoa. Portanto, Jesus levaria 1.190 dias (3,26 anos) para receber um milhão de pessoas. Mas lembre-se de que novas pessoas estariam se juntando à fila constantemente – e se houvesse uma “fila rápida” para aqueles que. tivessem necessidades e pedidos urgentes? Essas pessoas estariam sempre passando na minha frente, certo? Eu acho que podemos supor que chegar até Jesus seria praticamente impossível e certamente improvável. A boa notícia é que o Espírito Santo está sempre aqui para nós. Ele não

tem que dormir nem comer. Ele pode ter milhões de conversas ao mesmo tempo com bilhões de pessoas diferentes. Quando nós permitimos que o nosso entendimento sobre o Espírito Santo seja radicalmente transformado pela Palavra de Deus, começaremos a entender por que Jesus disse “É para o bem de vocês que eu vou”. Lembre-se, o Espírito Santo é exatamente igual a Jesus: Ele ensina como

Jesus, Ele amplia as coisas de Deus como Jesus, e Ele está aqui conosco! Você está começando a ver o quanto Ele é incrível? Mesmo enquanto eu escrevo isto, o Espírito está abrindo os meus olhos para enxergar as formas como eu tenho limitado a voz e a presença Dele na minha vida. Mais uma vez, Ele é nosso guia, conselheiro, protetor, e coach – nós precisamos Dele ativamente envolvido em nossas vidas! No próximo capítulo, iremos mergulhar no que significa ser íntimo

do nosso Deus maravilhoso

O DESERTO

O Deserto Não é Lugar de Punição e de Reprovação Neste livro, trataremos do que é e o que não é o deserto. Falaremos do

propósito, benefícios e juízos que daí advêm. Oro a Deus a fim de que os exemplos, ilustrações e as palavras instrutivas que o Espírito Santo me levou a compartilhar com você o ajudem a caminhar sabiamente nesta terra, durante o tempo de deserto pelo qual você terá de passar.

Tomemos como exemplo a nosso Senhor Jesus, que enfrentou com

sucesso os dias de seu treinamento no deserto. Em Lucas 3:22, o Espírito Santo desce sobre Jesus na forma visível de

uma pomba, e ouve-se o Pai proclamando: “Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo” (grifo do autor). Ele não apenas proclamou para que todos soubessem que Jesus era seu Filho; Deus fez questão de anunciar que tinha prazer nele. Mesmo assim, em Lucas 4:1, “Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto”. Só esse fato deveria lembrar-nos que a razão de sermos levados para o deserto não é porque fomos desaprovados ou porque estamos sendo punidos por Deus. Jesus foi aprovado por Deus e levado ao deserto! Precisamos deixar isso bem claro logo no início deste livro. Esse é um assunto que precisa ser compreendido antes de prosseguirmos adiante!

Outro ponto que tem de ser entendido é que Deus não trouxe você para

o deserto deixando-o sozinho e tornando-o alvo fácil para a acção de Satanás. A segunda geração dos filhos de Israel que viveu no deserto recebeu de Deus a seguinte promessa: “Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos…” (Dt 8:2 – grifo do autor). Entenda bem: o Senhor não pára de agir em nossa vida só porque estamos no deserto. Ele nos conduz por ele, e sem ele nunca chegaríamos ao outro lado! Além do mais, o deserto não é um lugar onde somos deixados, “como numa prateleira”, até que ele volte a nos usar. Não é assim que Deus age connosco. Ao contrário, o deserto é um período de tempo no qual ele age em nós constantemente. Você conhece a expressão “não se vê a floresta através das árvores”? Da mesma forma se dá com o deserto: é difícil ver a mão de Deus agir em nós quando estamos nele.

O Terceiro ponto que deve ficar bem claro é este: o deserto não é lugar

de derrota, pelo menos para aqueles que obedecem a Deus! Jesus, fraco e faminto, sem ninguém a quem recorrer e sem ninguém que o encorajasse; sem

nenhum conforto ou manifestação sobrenatural, durante quarenta dias, foi atacado pelo Diabo no deserto. Jesus derrotou o Diabo usando a Palavra de Deus.

O deserto não é o lugar de onde os filhos de Deus saem derrotados; é

lugar de vitória. Como diz a Escritura: “Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo…” (2 co 2:14).

Enquanto peregrinava no deserto, o povo de Israel era constantemente

hostilizado pelas nações ao redor. A ordem era: lutem! OS israelitas derrotaram os amorreus (Nm 21:21-25), os midianitas (Nm 31:1-11) e o povo de Basã (Nm 21:33-35).

Se o propósito de Deus para com eles fosse a derrota, não ordenaria

que defendessem sua posição. No entanto, muitos não conseguiram entrar na terra prometida, morreram antes. Não era isso o que Deus pretendia; as mortes ocorreram por causa da desobediência do povo.

. Espero Que esta breve dissertação sirva para deixar bem claro que a

razão do deserto em nossa vida não é porque fomos desaprovados, ou porque estamos sendo punidos por Deus. O deserto tampouco é o local onde Deus nos leva e nos deixa vagando sozinhos. É um lugar de vitória, se apenas obedecermos e crermos em Deus!

Derrame-me como Água

Derramei-me como água e todos os meus ossos se desconjuntaram”, Sal.22.14

Será que a terra ou o céu já alguma vez contemplaram um espectáculo mais triste? Na alma e em Seu corpo, nosso Senhor sentiu-se tão fraco como água caindo ao chão. Ao colocar da cruz na cavidade fê-Lo estremecer com grande violência, rebentando todos os seus tendões, repuxando cada nervo e deslocando todos os seus ossos. Sucumbindo sob seu próprio peso, este sofredor ilustre sentiu que sua extenuação aumentava em cada momento das seis longas horas que se seguiram. A Sua sensação de desfalecimento e fraqueza geral afectou-O muitíssimo; para uma própria percepção, Ele tornou-se nada mais do que uma massa de espiritual falida, entorpecimento físico e turvo mentalmente. Quando Daniel teve quela grande visão, ele descreveu assim as suas próprias sensações: “Não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma”, Dan.10.8. Como dever ter sido ainda mais aquela prostração do nosso grande Profeta, quando foi provado pela ira de Deus sentindo-a mesmo em sua própria alma! Para nós humanos, tais sensa

ções como as que nosso Senhor suportou teriam sido insuportáveis demais e caso desmaiássemos, tal coisa teria sido uma bênção para nós; mas Ele estava ferido e sentia a espada; Ele esvaziou a taça e provou aquele fel.

“Rei da Aflição! (título estranho a ti devido, mas verdadeiro, Entre todos os reis); Ó Rei de todas as Chagas! Como me afligirei por ti também, pois me livras de toda aflição!”

Ao nos ajoelharmos diante do trono do nosso Salvador que subiu aos céus também, recordemo-nos bem como foi que Ele o preparou para nós, sendo agora um trono de graça para nós; vamos em espírito beber de seu cálice também, para que possamos ser fortalecidos para podermos resistir na hora de opressão e aflição como Ele, sempre que ela vier. Em seu corpo cada membro sofreu conjuntamente e assim deve ter sido com cada membro espiritual também; mas, liberto de todas de todas as suas angústias e desventuras, seu corpo ressurgiu ileso para a glória e o poder e ainda assim seu corpo passou ileso pela fornalha mas nem apanhou o cheiro do fumo e do fogo.

A idolatria do Crente

É vital que entendamos claramente a verdade da Palavra de Deus. Está

escrita para nós, então não temos desculpa. Nenhum de nós poderá apresentar-se diante de Deus e dizer: “Mas, Senhor, eu não sabia!” Assim como Ele revela a Si mesmo na criação de modo que todos os povos não tenham desculpa, Ele revelou Sua vontade nas Escrituras para que nós não tenhamos desculpa. Por mais que seja difícil ouvir que a obediência parcial é o mesmo que

idolatria, temos que ser gratos por aprender isso. Se soubermos o que há no teste, podemos passar todas as vezes. Essa é a bondade e a misericórdia de Deus! Como é tão fácil não enxergar onde temos sido parcialmente obedientes,

teimosos, ou cobiçosos, peça que o Espírito Santo lhe revele quaisquer áreas da sua vida que estejam sob essa influência. Arrependa-se de qualquer área que Ele lhe mostre e peça que Ele purifique você.. Por fim, peça que Ele encha a sua vida de novo, capacitando-o a segui-Lo em obediência com todo o seu coração.

Isso é casamento. 

Ninguém entra num casamento planejando cometer adultério. Apesar de os

votos serem intimidadores, a noiva e o noivo fazem seu melhor para entregar tudo de si às suas promessas de aliança. Então, por que tantos casamentos dão errado, alguns inclusive devido ao adultério? As respostas são complexas, mas no fundo de tudo isso há uma falha em permanecer vigilante contra essas forças que destroem a conexão. O seu relacionamento com Deus é a sua vida – literalmente. Não há vida

fora de Deus. Porém, o mundo busca nos seduzir a cometer adultério contra Ele. A melhor forma de permanecer vigilante é buscando a Deus completamente. O que você pode fazer a fim de garantir que está dando o seu tudo a Deus? Como está o seu horário? Você protege o seu tempo com Deus? Separa

tempo para ler a Palavra, orar, e jejuar? Você procura oportunidades de servir a Deus na sua igreja, no seu trabalho, ou na sua comunidade? Você trabalha no seu emprego de forma que é uma adoração a Deus? Determine a maneira como deseja tornar o seu relacionamento com Deus à prova de adultério. Defina o seu plano, escreva-o, e depois comece a executá-lo.

DEUS É DEUS

Deus é um Deus ciumento. A maioria de nós sabe há muito tempo que as

Escrituras ensinam isso, mas muitos cristãos não separam um tempo para pensar bem nisso, ou de alguma forma acreditam que isso pertence apenas ao Antigo Testamento. Nada poderia estar mais longe da verdade. O sacrifício de Jesus nos mostra que Seu amor é o amor do noivo mais fiel. Então você pode ver que nós devemos querer que Deus seja ciumento, e

não casual, em Seu amor por nós, e devemos pedir-Lhe a graça para amá-Lo com a mesma paixão e devoção. Essa é a única forma como a intimidade se torna possível. Examine o seu coração hoje. Quão exclusivo é o seu amor por Jesus? Peça

que o Espírito Santo lhe mostre qualquer outro amor na sua vida que ameaça tornar-se adúltero contra Deus. Se Ele lhe revelar algo, faça a mudança necessária. Reflita sobre o seu relacionamento exclusivo com Deus de novo hoje e se comprometa novamente com Ele, como se você tivesse renovando os seus votos matrimoniais a Ele.